Os dias são para passar com os pés nas areias brancas e mergulhar nas águas mornas do Mediterrâneo. As noites são de festa. Entre um programa e outro, vale se perder pelas ruas da cidade, a pé ou de bike, prestando atenção na street art estampada nos muros, descobrindo charmosas lojas de design e experimentando sabores que revelam a influência de várias cozinhas do mundo. Tel Aviv é o sonho (realizado) de modernidade e liberdade extremas em pleno Oriente Médio. Tome nota do que é que ela tem e sonhe com a metrópole israelense como destino de sua próxima viagem.

Praiana
Tel Aviv é parte daquele seleto clube – do qual o Rio de Janeiro e Barcelona fazem parte – de cidades que unem grandes centros urbanos a belas praias. Olha o Mediterrâneo logo ali. Cosmopolitas como se orgulham de ser, os nativos aproveitam o verão quase eterno (de março a outubro) com roupas curtíssimas e drinks na mão. Turistas são convidados a fazer o mesmo. O biquíni brasileiro está liberado e não choca ninguém.

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Histórica
Yafo é a cidade antiga, uma vez vizinha do povoamento que deu origem a Tel Aviv e, hoje, incorporada ao nome e ao dia a dia da cidade, como Tel Aviv-Yafo. Com mais de 4 mil anos de história, Yafo, também conhecida como Jaffa, é um ponto turístico, onde se aglomeram restaurantes, cafés, lojas de jovens designers e ateliê de artistas locais.

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Artsy
Os grafittis estão por toda parte, mas dois endereços não falham numa boa exploração a pé em busca de street art: a região da Rua Florentine e o bairro Neve Tzedek. Fashionistas também não podem deixar de conhecer o Design Museum Holon. Nos arredores de Tel Aviv, com mostras sempre interessantes, ele já abrigou exibição dedicada ao trabalho do estilista japonês Yohgi Yamamoto e foi local de um bate-papo entre o americano Zac Posen e estudantes de moda.

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Noturna
É tradição da cidade visitar, pelo menos, duas casas por noite. Mais de 1700 restaurantes, cafés e bares tornam a escolha de destino noturno mais divertida. Pedida certa é começar com um jantar no espanhol Vicky Cristina, com atmosfera festiva e comida idem. Depois, passar para um esquenta no Aria (com bar e música no primeiro andar e restaurante no segundo) e terminar no divertido Zou Bisou, que nasceu pub, mas não resistiu à vocação para se tornar um club, quando a madrugada avança. E pode saber: a madrugada sempre avança.

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Bike friendly
Plana, com 120 quilômetros de ciclovia e opções de bicicletas para alugar, Tel Aviv dispensa carros. É segura para passeios de bike ou longas caminhas diurnas e noturnas.

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Exótica
Ok, ela é cosmopolita. Mas seria um desperdício se Tel Aviv não oferecesse também uma experiência bem própria do Oriente Médio. Quem procura por isso vai encontrar no emaranhado de barracas do Shuk HaCarmel, na rua Allenby. Flores, frutas, doces típicos e gritaria de vendedores (também típicas) tornam esse um passeio obrigatório para foodies.

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Sofisticada
O Sarona Marketing, também irresistível para os amantes da boa comida, tem ótimas opções de peixes, queijos e chocolates, com um apelo mais europeu (ou com raio gourmetizador). Vale investir nos azeites e vinhos como bons presentes.

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Comprinhas
E por falar em comprinhas, fashionistas precisam conhecer a Pioo Pioo, roupas confortáveis com informação de moda e boa seleção de acessórios inusitados (Rua Dezengoff, 10/10). A marca Michal Ben Ami (Rua Brent, 5 – Neve Tzedek) tem joias que fazem sucesso entre os modernos da cidade. E as criações atemporais de Michal Negrin (Ramat Aviv Mall –Einstein St, 40), uma das designers israelenses mais conhecidas no mundo, tem peças com pegada romântica, flertando com os contos de fadas da nossa infância. Quem não gostaria de usar um acessório de cabeça como esses?

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