O otimismo quase generalizado aponta para um estabelecimento do mercado mineiro sem amadorismo. No entanto, o que pode ser empolgação para alguns é visto com cautela por outros. Lucas Magalhães e Jardin, por exemplo, preferiram não desfilar coleção nesta temporada por uma questão de logística e de produção. Por causa da mudança no calendário de desfiles nacionais (SPFW e Fashion Rio), ambos ainda estão atendendo pedidos de inverno e desfilar agora poderia gerar uma situação desfavorável para o crescimento das marcas.

 

Para as veteranas Larissa Fernandes, da Lafê, e a Ana Flávia, da Schleife, que participam pela 2ª vez do Minas Trend,  foi possível sentir, já no primeiro dia uma maior circulação de presentes em relação ao ano passado. “No primeiro dia já vendemos o dobro do 1° dia da edição passada”, revela Larissa.

Se a moda mineira se destaca pela festa, o estande coletivo dos novos criadores vem quebrar esse paradigma e apresenta um completo mix de estilos, do casual à alfaiataria, de estilistas por acaso, como Renata e Ludmila, da minimalista Anne est Folie, marca idealizada em Paris e desenvolvida no Brasil. Destaque também para designers escolados, como Vírgilio Andrade, que foi assistente de Samuel Cirnansck e já desfila há duas temporadas na Casa de Criadores.

O que todos os novos designers garantem é que, independente da vitória no concurso, estar no Minas Trend potencializa a visibilidade de uma marca, o que não os impedem de ficar na torcida pela vitória que garantirá ao primeiro colocado do concurso Ready To Go um estande individual na próxima edição do evento. O resultado do concurso será divulgado dia 11 de abril.

Fotos: Othon Matoso

Leia a 1ª parte da matéria.

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