Sabrina Abreu já é um nome conhecido entre os mineiros. Afinal, a jornalista e escritora já passou por grandes veículos da capital e já revelou seu talento em muitas oportunidades – inclusive, aqui no Fashionistando (que orgulho!).

Agora, com frio na barriga, ela nos convidou para uma noite grandiosa: o lançamento do livro “O Último Kibutz”, seu primeiro romance e 5º livro de sua carreira.

Há um tempo a gente acompanha sua euforia em relação a este romance. O desejo de terminá-lo, de encontrar uma editora que topasse publicar como ele foi pensado (já que algumas editoras sugeriram um olhar mais político, principalmente sobre a Palestina, algo que estava longe dos desejos reais da autora) e a produção da capa (que de fato, ficou incrível).

E chegou o grande dia! Hoje, a partir de 19h, o público belo-horizontino poderá conhecer esta obra. Para Sabrina é um misto de emoções e, para nossa equipe, de admiração.

sabrina-abreu-o-ultimo-kibutzA escritora Sabrina Abreu

Emoções porque o romance se passa em um Kibutz. Para quem não sabe, esta é uma pequena comunidade israelense, economicamente autônoma, que se caracteriza por ser uma organização igualitária e democrática. Todos os meses, kibutz israelenses recebem dezenas de jovens voluntários que querem conhecer um pouquinho da sua cultura e vivenciar uma experiência singular.

E foi assim com a autora. Sabrina teve a oportunidade de ser voluntária em um kibutz por três meses. Segundo ela, “este é um lugar encantado”. Um lugar onde é possível dividir sonhos, se relacionar com pessoas de outros continentes e aprender, quem sabe, sobre a verdadeira felicidade.

sabrina-abreu-o-ultimo-kibutz1O estilista Ronaldo Fraga é um dos admiradores da obra

O livro de Sabrina é uma ficção que conta sobre duas gerações: a sua (ou nossa), que é repleta de pessoas em busca da felicidade individual, e também a geração dos judeus que foram para Israel na década de 40 com um objetivo claro, o de criar um país.

Sabrina se encanta com esses personagens pelo fato de serem jovens destemidos, despojados, que tinham um projeto coletivo, mesmo que ousado. Para criar um país, foi preciso abrir mão da própria felicidade, já que por muito tempo viveram em barracas e foram protagonistas de uma guerra. Uma vida muito diferente da nossa.

Como principais personagens, Sofia, uma brasileira que, assim como Sabrina, foi voluntária em um kibutz, e Simon, um judeu suíço que participou da construção do país.

Neste choque de gerações, eles conversam sobre a vida de cada um, comparando como é ser jovem em cada época. E Simon chega a uma conclusão muito complexa: é mais difícil conseguir a felicidade individual do que criar um país.

Estamos ansiosas para ler cada página. E hoje estaremos brindando o sucesso de Sabrina. Vamos também?

O lançamento de “O Último Kibutz” acontece hoje, de 19h às 22h, no Grande Hotel Ronaldo Fraga (Rua Ceará, 1205 | Belo Horizonte). Vai ser lindo!

Deixe uma Resposta

Mais sobre 'Livro Aberto / Radar'